Audiobook release “Os Lusíadas como nunca os ouviu” narrated by António Fonseca 

António Fonseca disse, pela primeira vez, os dez cantos de “Os Lusíadas” em 2012, no âmbito de Guimarães Capital Europeia da Cultura, mas o trabalho de apropriação do texto de Camões para a oralidade começou em 2008. Tem sido um trabalho de esforço físico e mental que António Fonseca descreve quase como uma obsessão diária. Esse trabalho é agora finalmente recompensado com a edição de um audiolivro que António Fonseca apresenta no Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor. “Os Lusíadas”, como António José Saraiva afirma, “é um livro para ser entoado por recitadores, e não analisado por gramáticos. Por vezes interessa pouco o que ele diz, e vale só a língua sonora que percorre os vários graus da escala, uma palavra que esplende, um som rouco de queixa ou um gesto teatral que se entrevê. Por vezes, também, é um brinco meio irónico com palavras que se repetem ou opõem, como os poetas sempre gostaram de fazer diante dos seus auditores, que só são perfeitos e cabais quando se embebem como crianças no fluir das palavras e nos seus inesperados efeitos” www.ccvf.pt

In English:

“Os Lusíadas como nunca os ouviu” is an audio book consisting of 10 cantos from Luís de Camões epic poem, “The Lusiads,” performed by António Fonseca.

António Fonseca performed these 10 cantos from The Lusiads for the first time in 2012 as part of Guimarães European Capital of Culture, but his dedication to performing part of Camões` great epic poem goes back 2008. This work has required such physical and mental stamina that António Fonseca describes it as bordering on a daily obsession yet one whose final reward has come in the making of an audio book which the artist will present at the Café Concerto of the Vila Flor Cultural Center. The Lusiads is, as António José Saraiva notes, “a work meant to be recited aloud performance-style and not analyzed by grammarians. At times, it matters less what is being said since the more important aspect is the sound of the language which climbs in scale, a word which shines resplendently, a rough, plaintive sound or a theatrical gesture which is made. There is also the somewhat ironic playing with words that are repeated or in opposition to others, as oral poets are inclined to do before an audience and which are so perfect and natural when they are introduced like children into the flow of speech and to unexpected effect.” www.ccvf.pt

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